Radiadores para Aeronaves Experimentais

Com o término da década de 1970, surgiram uma grande variedade de projetos aeronáuticos passíveis de alterações e customizações. Todos esses proporcionaram a liberdade para os engenheiros originarem modelos cada vez mais inusitados, como os Trikes e suas variações.

Por conta dessa diversidade, a Agência Nacional de Aviação Civil estabelece alguns parâmetros para o desenvolvimento de modelos aeronáuticos visando certificar a segurança.

Baseando-se em propriedades como tamanho, peso, meio de propulsão e função, é possível identificar as recomendações adequadas ao projeto. Mas, em modo geral, o emprego dos radiadores para aeronaves experimentais, é de suma importância para assegurar o pleno funcionamento.

Por que os radiadores para aeronaves experimentais são indispensáveis?

O desempenho do motor a combustão, tão presente nesses novos projetos, está diretamente relacionado com a energia térmica gerada. Porém, conforme ocorre o funcionamento, o calor é gerado e acumulado podendo acarretar em danos aos componentes da aeronave.

Para evitar avarias decorrentes do sobreaquecimento, são adotados os sistemas de arrefecimento, empregando os radiadores para aeronaves experimentais. Esses sistemas podem ser classificados e subdivididos de acordo com o modo em que funcionam:

Resfriamento a líquido

A transferência de calor ocorre por meio da aplicação de fluídos como a água ou o etileno glicol. Esse último, possui a capacidade de absorção levemente menor que a água porém, permanece intacto quando exposto a temperaturas extremas.

Resfriamento a ar

Comumente conhecido como arrefecimento direto, esse método consiste em aproveitar o fluxo de ar gerado durante o voo, para dissipar o calor retido no radiador. A popularidade desse sistema, deve-se à sua simplicidade.

Esses dois métodos de radiadores para aeronaves experimentais, possuem um sistema de lubrificação que auxilia tanto na transferência de calor quanto na prevenção de atritos e corrosão.

Em suma, o óleo lubrificante passa pelos componentes do motor absorvendo a energia térmica gerada. No término do seu ciclo, o fluído é direcionado para os radiadores para aeronaves experimentais, onde ocorre a transferência do color para o ambiente.